quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

10 bons hábitos para a saúde física e mental

Fazer exercícios físicos, fumar, beber café, comer saudavelmente, assistir televisão, olhar o Facebook e dormir cedo são exemplos de hábitos comuns para as pessoas. A pergunta que faço é: Você cultiva bons hábitos? Independente se a sua resposta for sim ou não, já pensou em quantos hábitos bons poderia acrescentar à rotina e melhorar a sua saúde, seu desenvolvimento pessoal e a sua produtividade? Aqui estão dez opções de comportamentos que você pode incluir no seu dia a dia para beneficiar-se física e mentalmente. Que tal escolher pelo menos um desses e ver a diferença que ele faz na sua vida?

1) Beber água ao acordar:  Hábito simples que faz bem para a saúde e ainda ajuda a acordar. Beber um copo d’água antes do café da manhã purifica o cólon, facilita a absorção das vitaminas dos alimentos que serão ingeridos no dia e ainda ajuda a despertar os órgãos internos. Basta lembrar, na noite anterior, de deixar um copo cheio ao lado da cama. Ao acordar, antes de qualquer coisa, beba.

2) Comer frutas, verduras e legumes todos os dias: Se você não gosta de verduras e legumes, mas queria conseguir comer, tente cortá-los em pedacinhos bem pequenos e misturar na comida. Você vai sentir bem pouco o gosto e com o tempo vai se acostumando, até conseguir comer sem reclamar. Muita gente que resolveu entrar nessa atual onda de vida saudável começou assim. As frutas não são tão rejeitadas, mas a dica para incluí-las na alimentação diária é experimentar várias diferentes e saber quais você gosta para poder variar. Aí é só acostumar-se a substituir a sobremesa por fruta em pelo menos uma das refeições do dia.

3) Ler: Pode ser um livro, uma revista, jornal, artigos na internet ou qualquer outra coisa em que você precise se concentrar por alguns minutos e faça isso por lazer. Procure todos os dias por uma leitura sobre algum assunto que te interesse, estimule sua mente e te ensine algo. Ler só traz benefícios: é uma atividade relaxante, que trabalha a concentração e estimula o cérebro, além de outras inúmeras vantagens.

4) Dormir e acordar no mesmo horário: Pessoas que têm o costume de dormir em horários diferentes a cada dia e que dormem poucas horas durante a semana e hibernam no sábado e domingo ficam constantemente cansadas e sem ânimo. Para mudar esse hábito, é preciso organização e um pouco de planejamento: saber dar prioridade ao que é importante, fugir da procrastinação e não se distrair com a televisão ou a internet na hora de dormir.

5) Escrever um diário: É uma atividade prazerosa e reflexiva. Parar no final do dia e fazer um balanço do que aconteceu de bom é uma ótima maneira de exercitar o pensamento positivo e a gratidão. E você não precisa passar horas escrevendo com detalhes cada acontecimento, um resumo em poucas palavras já te trará uma sensação boa. Um diário também é uma ótima fonte de lembranças, um lugar onde você poderá guardar todas as suas memórias – das mais simples às mais importantes – para sempre.

6) Meditar: Todas as pessoas que mantêm o hábito de meditar garantem: a atividade acalma, disciplina a mente e transforma a maneira como vêem e agem diante das situações do dia a dia. Há muitas técnicas de meditação, mas a mais conhecida e descomplicada é: estar em um lugar agradável e em posição confortável, fechar os olhos, limpar os pensamentos e concentrar-se somente na própria respiração. E a desculpa da falta de tempo não se aplica aqui, porque os benefícios da meditação podem funcionar com apenas cinco minutos de prática diária.

7) 30 minutos de exercícios: Alguns dizem que três vezes por semana é suficiente, outros afirmam que a atividade física precisa ser diária. De qualquer forma, fazer exercícios é essencial para a saúde. Se você realmente não gosta, mas sabe da importância e quer praticar, use 30 minutos do seu dia para isso. Substitua os hábitos de assistir televisão e ficar no Facebook por 30 minutinhos de caminhada, esteira, dança ou qualquer outra atividade que faça você se mexer. Mas isso precisa ser um hábito, portanto, fazer uma vez por semana não é suficiente.

9) Alongar-se: Fazer uma pequena pausa no trabalho a cada uma hora não prejudicará o seu desempenho. Se pensar bem, na verdade, o que te prejudica é trabalhar com desconforto, dores nas costas e cansaço. Alongar os braços, costas e pernas algumas vezes ao dia evita estes problemas, além de te dar um tempinho para descansar a mente e se recompor para continuar o que está fazendo. Em casa, tire alguns minutos para fazer um momento de relaxamento mais longo, alongando com mais calma também outras partes do corpo, como pescoço, mãos, pés etc.

10) Pensar em coisas positivas ao acordar: Quando acordar, não dê tempo para a sua mente começar a reclamar de ter que levantar da cama e ir trabalhar. Acostume-se a pensar em coisas boas, em como deseja que seja o seu dia e no que você planeja fazer para que ele seja bem aproveitado antes mesmo de se levantar. Se precisar, coloque o despertador para tocar cinco minutos mais cedo para poder praticar esse hábito com tranquilidade.

Fonte: desassossegada.com.br

Rio de 5 cores é conhecido como 'mais bonito do mundo' na Colômbia

Conhecido como “o rio que escapou do paraíso”, “arco-íris derretido” e até como “o rio mais bonito do mundo”, o Caño Cristales, na Colômbia, chama a atenção pela mistura de cores vivas que pode ser observada a cada ano, na transição entre as estações seca e úmida.

  Algas e plantas aquáticas são as responsáveis pelos cinco tons que se mesclam na água: vermelho, amarelo, azul, verde e preto.
O Caño Cristales fica no Parque Nacional Sierra de la Macarena, na província de Meta, sudeste da Colômbia.

A temporada de visitação, quando é possível ter acesso ao rio e ele está colorido, dura seis meses: vai da metade de junho até dezembro, todos os anos.

No site oficial da atração, é possível ver fotos em 360° do rio.


Fonte: G1

5 fatos surpreendentes sobre a Dor

 A dor é normal. Milhões de pessoas em todo o mundo suportam a dor crónica ou recorrente.

A indústria global de dor movimenta mais de US $ 50 mil milhões em fármacos por ano. No entanto, para pessoas que sofrem de dor crónica, os medicamentos sem receita são tipicamente uma pequena ajuda, enquanto a morfina e outros narcóticos podem ser sedativos viciantes.

Um estudo publicado em 2008 no Journal of General Internal Medicine estudou vários estudos da dor e descobriu que "os pesquisadores ainda não sabem como determinar qual o tratamento mais eficaz para pacientes individuais". 

Desde estudos de medicamentos até cirurgias e medicinas alternativas, "nós descobrimos que há grandes lacunas na nossa base de conhecimento", disse Matthew J. Bair, professor assistente de medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana.

Aqui está uma visão de cinco fatos surpreendentes sobre a sensação de dor cujo conhecimento científico é ainda difuso.

5. Os cientistas não entendem a dor

Quando você está com dor, você sabe disso. Mas se os cientistas pudessem compreender completamente como funciona a dor eles poderiam ser capazes de ajudá-lo mais. A American Academy of Pain Medicine define dor como "uma sensação desagradável e uma resposta emocional a essa sensação". 

Mais cientificamente, a dor é sentida quando sinais elétricos são enviados desde terminações nervosas até ao cérebro, que por sua vez pode liberta analgésicos chamados endorfinas e gerar reações físicas ou emocionais que variam de imediatamente a longo prazo.

Um pouco de dor é o resultado de uma lesão óbvia. Outras vezes, a dor resulta de nervos danificados que não são tão fáceis de identificar. "A dor é complexa e desafia a nossa capacidade de estabelecer uma definição clara", afirma Kathryn Weiner, da Academia Americana de Gestão da Dor.

4. A dor pode encolher o cérebro

Se você tem dor crónica, você sabe quão desmoralizante e debilitante pode ser, quer física quer mentalmente. Ela pode impedir uma pessoa de completar as atividades de rotina e dispara a sua irritabilidade por motivos que os "outros" não entendem muito bem. Mas isso é apenas metade da história. 

Os cérebros de pessoas com dores nas crónicas nas costas são 11% menores do que os dos não-sofredores, descobriram cientistas em 2004. Os cientistas não sabem ao certo porque. "É possível que seja apenas o stress de ter que viver com a doença", disse o líder do estudo A. Vania Apkarian da Universidade Northwestern.

3. Enxaquecas dolorosas e relações íntimas andam de mãos dadas


Pode não eliminar a frase "Hoje não, querido...", mas um estudo de 2006 descobriu que pacientes com enxaqueca tinham níveis de desejo 20% mais elevado do que aqueles que sofrem de dores de cabeça tensionais.

A descoberta sugere o desejo e as enxaquecas podem ser influenciados pelo mesmo químico do cérebro, e obter um melhor controle sobre essa ligação pode levar a melhores tratamentos, pelo menos para a parte da dor na equação.

2. As mulheres sentem mais dor


Qualquer homem que tenha visto uma mulher ter um bebê sem usar medicamentos poderia jurar que as mulheres podem tolerar qualquer coisa. Mas a verdade é que isso dói mais do que você pode imaginar. As mulheres têm mais receptores nervosos do que os homens. 

Como exemplo, as mulheres têm 34 fibras nervosas por centímetro quadrado de pele facial, enquanto os homens, em média, têm apenas 17. Num estudo de 2005, as mulheres relataram mais dor ao longo das suas vidas e, em comparação com os homens, elas sentem dor em mais áreas do corpo e por períodos mais longos.

1. Alguns animais não sentem a dor como nós

A pesquisa animal pode oferecer pistas para eventualmente aliviar o sofrimento humano. Tome o exemplo do rato toupeira pelado, uma criatura subterrânea sem pêlos e quase cego. Um estudo de 2008, detalhado na revista PLoS Biology, descobriu que ele não sente nem a dor de ácido nem a picada de pimenta. 

Se os pesquisadores conseguirem descobrir porquê, poderão estar no caminho certo para desenvolver novos tipos de analgésicos para humanos. Em 2006, os cientistas descobriram um caminho para a transmissão da dor crónica em ratos que eles esperam que se traduza numa melhor compreensão da dor crónica humana. 

No mesmo sentido, e ao contrário da maior dos animais, há alguns que não sentem qualquer tipo de dor. As lagostas são um desses exemplos, não sentindo qualquer dor, mesmo quando cozidos, afirmaram cientistas num relatório de 2005.A dor é normal. Milhões de pessoas em todo o mundo suportam a dor crónica ou recorrente.

A indústria global de dor movimenta mais de US $ 50 mil milhões em fármacos por ano. No entanto, para pessoas que sofrem de dor crónica, os medicamentos sem receita são tipicamente uma pequena ajuda, enquanto a morfina e outros narcóticos podem ser sedativos viciantes.

Um estudo publicado em 2008 no Journal of General Internal Medicine estudou vários estudos da dor e descobriu que "os pesquisadores ainda não sabem como determinar qual o tratamento mais eficaz para pacientes individuais". 

Desde estudos de medicamentos até cirurgias e medicinas alternativas, "nós descobrimos que há grandes lacunas na nossa base de conhecimento", disse Matthew J. Bair, professor assistente de medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana.

Aqui está uma visão de cinco fatos surpreendentes sobre a sensação de dor cujo conhecimento científico é ainda difuso.

5. Os cientistas não entendem a dor
Quando você está com dor, você sabe disso. Mas se os cientistas pudessem compreender completamente como funciona a dor eles poderiam ser capazes de ajudá-lo mais. A American Academy of Pain Medicine define dor como "uma sensação desagradável e uma resposta emocional a essa sensação". 

Mais cientificamente, a dor é sentida quando sinais elétricos são enviados desde terminações nervosas até ao cérebro, que por sua vez pode liberta analgésicos chamados endorfinas e gerar reações físicas ou emocionais que variam de imediatamente a longo prazo.

Um pouco de dor é o resultado de uma lesão óbvia. Outras vezes, a dor resulta de nervos danificados que não são tão fáceis de identificar. "A dor é complexa e desafia a nossa capacidade de estabelecer uma definição clara", afirma Kathryn Weiner, da Academia Americana de Gestão da Dor.

4. A dor pode encolher o cérebro
Se você tem dor crónica, você sabe quão desmoralizante e debilitante pode ser, quer física quer mentalmente. Ela pode impedir uma pessoa de completar as atividades de rotina e dispara a sua irritabilidade por motivos que os "outros" não entendem muito bem. Mas isso é apenas metade da história. 

Os cérebros de pessoas com dores nas crónicas nas costas são 11% menores do que os dos não-sofredores, descobriram cientistas em 2004. Os cientistas não sabem ao certo porque. "É possível que seja apenas o stress de ter que viver com a doença", disse o líder do estudo A. Vania Apkarian da Universidade Northwestern.

3. Enxaquecas dolorosas e relações íntimas andam de mãos dadas

Pode não eliminar a frase "Hoje não, querido...", mas um estudo de 2006 descobriu que pacientes com enxaqueca tinham níveis de desejo 20% mais elevado do que aqueles que sofrem de dores de cabeça tensionais.

A descoberta sugere o desejo e as enxaquecas podem ser influenciados pelo mesmo químico do cérebro, e obter um melhor controle sobre essa ligação pode levar a melhores tratamentos, pelo menos para a parte da dor na equação.

2. As mulheres sentem mais dor

Qualquer homem que tenha visto uma mulher ter um bebê sem usar medicamentos poderia jurar que as mulheres podem tolerar qualquer coisa. Mas a verdade é que isso dói mais do que você pode imaginar. As mulheres têm mais receptores nervosos do que os homens. 

Como exemplo, as mulheres têm 34 fibras nervosas por centímetro quadrado de pele facial, enquanto os homens, em média, têm apenas 17. Num estudo de 2005, as mulheres relataram mais dor ao longo das suas vidas e, em comparação com os homens, elas sentem dor em mais áreas do corpo e por períodos mais longos.

1. Alguns animais não sentem a dor como nós
A pesquisa animal pode oferecer pistas para eventualmente aliviar o sofrimento humano. Tome o exemplo do rato toupeira pelado, uma criatura subterrânea sem pêlos e quase cego. Um estudo de 2008, detalhado na revista PLoS Biology, descobriu que ele não sente nem a dor de ácido nem a picada de pimenta. 

Se os pesquisadores conseguirem descobrir porquê, poderão estar no caminho certo para desenvolver novos tipos de analgésicos para humanos. Em 2006, os cientistas descobriram um caminho para a transmissão da dor crónica em ratos que eles esperam que se traduza numa melhor compreensão da dor crónica humana. 

No mesmo sentido, e ao contrário da maior dos animais, há alguns que não sentem qualquer tipo de dor. As lagostas são um desses exemplos, não sentindo qualquer dor, mesmo quando cozidos, afirmaram cientistas num relatório de 2005.

Fonte : http://www.ciencia-online.net

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Flúor ajuda a combater a cárie




O que é Flúor?

O flúor é um mineral natural encontrado em toda a crosta terrestre e largamente distribuído pela natureza. Alguns alimentos contêm flúor, assim como a água fornecida por algumas empresas de serviço público.

O flúor é geralmente adicionado à água potável para ajudar a reduzir a incidência de cáries nos dentes. Na década de 30, pesquisadores encontraram pessoas que cresceram bebendo água naturalmente fluoretadas. Desde então, os estudos têm mostrado repetidamente que quando o flúor é adicionado ao suprimento de água da comunidade, a incidência de cárie diminui. A Associação Brasileira de Odontologia, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, dentre muitas outras organizações têm endossado o uso de flúor nos suprimentos de água, devido ao seu efeito preventivo contra a cárie.

Como o flúor atua?
O flúor ajuda a prevenir as cáries de duas maneiras distintas:

- O flúor se concentra nos ossos em crescimento e nos dentes em desenvolvimento das crianças, ajudando a endurecer o esmalte dos dentes de leite e permanentes que ainda não nasceram.
- O flúor ajuda a endurecer o esmalte dos dentes permanentes que já se formaram.
- O flúor trabalha durante os processos de desmineralização e remineralização que ocorrem naturalmente em sua boca.

Sua saliva contém ácidos que causam a desmineralização nos dentes. Estes ácidos são liberados após a alimentação.

Em outros momentos - quando sua saliva está menos ácida - ocorre justamente o oposto, a reposição do cálcio e do fósforo que mantém seus dentes resistentes. Este processo é chamado de remineralização. Quando o flúor está presente durante a remineralização, os minerais depositados são mais duros do que seriam sem o flúor, ajudando a fortalecer seus dentes e a prevenir a dissolução durante a próxima fase de desmineralização.

Como saber se estou recebendo quantidade suficiente de flúor?
Se a água que você bebe contiver flúor, então somente a escovação regular utilizando um creme dental com flúor será suficiente para adultos e crianças com dentes saudáveis, com um baixo risco de cáries.

Se a água de sua comunidade não for fluoretada, nem contiver uma quantidade suficiente de flúor natural (uma parte em um milhão é considerada ideal), então seu dentista ou pediatra deve receitar suplementos de flúor para suas crianças tomarem diariamente.

Seu dentista ou pediatra poderá dizer a quantidade correta de flúor para sua família, por isso não deixe de pedir sua orientação. Se a água que você consome vier de uma rede pública de abastecimento, você poderá saber se ela contém flúor ligando para a empresa de água local. Se a sua água vier de um poço particular, você poderá analisá-la em um laboratório de teste ambiental independente e que ofereça este tipo de serviço.

Como tratar alergias em casa

Em certas épocas do ano, principalmente na primavera, muitas pessoas começam a sofrer alergias e há casos em que os medicamentos não funcionam. Por isso, você pode usar tratamentos caseiros para aliviar esse problema que é tão desagradável. Veja agora alguns tratamentos caseiros para aliviar esse problema.



Sal
Dissolva o sal na água morna e coloque algumas gotas em suas narinas, isso é muito bom para desentupir o nariz. Por sua vez, serve para reduzir a inflamação e a eliminação de agentes que causam espirros. Você pode comprar soro fisiológico em farmácias, mas você pode também fazer o seu próprio soro em casa. A proporção é de uma colher de chá de sal por litro de água destilada. Adicione um pouco de bicarbonato de sódio. Repita o procedimento duas vezes por dia.
Evite lugares poluídos
Estar em um ambiente poluído acaba fazendo com que as alergias se proliferem. Por isso, é melhor ficar longe de locais onde tenha pessoas fumando ou onde as janelas estão sempre abertas. É aconselhável, nesses casos, ir para o campo ou a um lugar afastado do centro da cidade, especialmente para ter um espaço limpo para respirar melhor.
Vapor
O vapor de água é bom para refrescar a irritação das vias nasais e ajuda a eliminar o muco. Ferva dois copos de água em uma panela grande com um pouco de sal,quando estiver fervendo, coloque uma toalha sobre a cabeça e inale o vapor durante 10 minutos. Também é bom para quem estiver com tosse.
Evite os bichos de estimação

Se você é alérgico ao pelo dos gatos ou cachorros, então procure dar banho nos animais com mais frequência. É que os animais produzem várias substâncias que criam alergias pela saliva e suor. Estes agentes alérgicos são removidos com água e sabão, por isso, um banho a cada semana será ótimo para evitar as alergias aos animais. No caso de gatos, que normalmente não gostam de tomar banho, tente manter uma boa limpeza em sua casa evitando a presença de areia ou pedras.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Como preparar seu corpo para os excessos do Natal.

De todas as festividades do ano em que aproveitamos para nos empanturrar, o Natal é provavelmente a data que leva isso às máximas consequências. O resultado, normalmente, é um monte de gente incapaz de levantar um dedo sequer ao fim da festa (ou mesmo antes disso), tamanha a gula das pessoas diante do banquete.
Mas isso não precisa ser assim. E para tal não é necessário nada drástico, como trocar aquela deliciosa fatia de peru por um pedaço de aipo ou abdicar o banquete por completo. Basta seguir as dicas abaixo, recomendadas pelo pessoal do Discovery News; assim, você não vai acabar se arrependendo amargamente, no fim da noite, daquela garfada a mais de comida.

Antes da ceia

Estar preparado para a ceia de Natal não é uma tarefa fácil. Não basta simplesmente tomar algumas medidas quando o banquete chega: você precisa começar a condicionar seu corpo bem antes – quanto mais cedo, melhor preparado seu organismo vai estar.

Exercite-se



Não, nós não estamos tentando dar dicas de como ter uma vida saudável (afinal, isso aqui é um tutorial de como se preparar para um banquete). O fato é que se exercitar ajuda o corpo a lidar com os nutrientes e a energia trazidos pela comida – você provavelmente deve lembrar daquela sensação de fome que vem logo depois de uma longa caminhada.
Com isso, seu corpo vai passar a pedir e processar mais calorias — o que, por sua vez, significa que você chegará em forma para o banquete, se começar logo, e ainda vai poder se dar ao luxo de comer tranquilamente algumas garfadas extras.

Coma bem



Aproveitando que você já começou a se exercitar mais, por que não deixar se corpo ingerir aquelas calorias extras que ele anda pedindo? Diferente do que várias pessoas pensam, comer muito pouco antes de uma grande refeição tende a ter o resultado contrário ao desejado.

Isso acontece porque, comendo pouco, seu estômago vai estar despreparado para a hora do banquete. Logo, ele não vai conseguir esticar suas paredes para dar espaço para a comida ingerida. “Você acabaria se sentido pior”, disse a professora de nutrição Joanne Slavin, da Universidade de Minessota. “Comer à altura [da ceia] seria melhor”, explicou ela.

“Quer dizer então que preciso comer o equivalente a uma ceia de Natal pelos próximos dias?”, você pergunta. Não é para tanto – até porque nenhum exercício o salvaria de engordar, nesse caso. Apenas não se preocupe em deixar de se alimentar no dia da ceia (nem nos dias anteriores).

Durante a ceia

Está bem. Você se exercitou para o banquete e se alimentou corretamente para preparar seu estômago. Mas e agora? O principal segredo aqui é usar a cabeça, como você pode ver logo abaixo.

Planejamento é tudo

Por mais que pareça estranho fazer isso para uma ceia, é importante pensar de maneira estratégica antes de “partir para o ataque”. Afinal, de que adianta se empanturrar na entrada e acabar sem um único espaço para a sobremesa que você tanto queria? O melhor aqui é pegar tudo o que você deseja provar em pequenas porções. Se necessário repita o prato até estar satisfeito.
Tente também não se esquecer de levar em conta o segundo banquete, caso você vá participar de mais de uma ceia. Afinal, não adianta nada gastar todo o espaço de seu estômago na primeira festa e ter que lutar para cada porção no evento seguinte.

Atenção para o que você come




Um dos erros mais comuns que cometemos durante qualquer refeição é não dar atenção aos sinais de nosso corpo. Em uma ceia com tantos pratos difíceis de resistir, porém, a situação é ainda pior, já que muitos se focam apenas em comer o mais rápido possível para não acabar perdendo a chance de repetir.

Por isso, fique atento a qualquer sensação de desconforto que vier até você. Não estar mais sentindo fome é uma boa indicação; sentir-se um pouco satisfeito é uma ótima dica de que chegou a hora de parar. Já ter a impressão de que é melhor afrouxar o cinto... Bem, digamos que, nesse caso, você provavelmente passou da conta.
“E por que parar antes de se sentir cheio?” A explicação para isso é simples. É importante lembrar que, embora a comida desça em questão de minutos até o estômago, nós não sentimos o reflexo disso imediatamente.
Logo, quem está satisfeito provavelmente estará se sentindo cheio dentro de poucos minutos, enquanto aqueles que sentem-se perto de explodir vão se arrepender ainda mais pouco tempo depois. Por isso, pare antes de passar do limite – você provavelmente já chegou a ele e nem percebeu.

Lembrem-se daqueles de “estômago fraco”

Quem é intolerante ou alérgico a algum tipo de alimento provavelmente já está preparado para se informar sobre isso. Mas sempre é uma boa ideia relembrar: pergunte se há algo que pode fazer mal a você antes de começar a comer.
Já para os anfitriões, lembrem-se de fazer pratos com alimentos variados, para evitar que alguém alérgico ou intolerante acabe sendo obrigado a apenas assistir os outros comendo.

Depois da ceia

Por mais que você siga todas as dicas acima, é provável que o resultado ainda seja um pouco abaixo do esperado. Felizmente, existem soluções para compensar o excesso de comida no seu estômago.

Tirando um cochilo

Sabe aquele sono relaxante que costumamos ter após comer demais? Pois saiba que é uma ótima ideia se deixar levar por ele. Isso porque o processo de digestão costuma levar, em média, duas horas — tempo esse em que você se sentirá bastante indisposto, devido ao trabalho que seu corpo está passando para se livrar de tanta comida. Então dormir pode ser uma solução simples para que essas horas passem depressa.

Exercite-se Mais

Vamos considerar que, infelizmente, o cochilo de duas horas acabou e mesmo assim você continua cansado. A solução então pode ser fazer alguns exercícios leves, como brincar de “tocar a bola” ou algo que exija algum movimento. Mas também não exagere para não passar mal (correr uma maratona ou jogar uma partida de futebol definitivamente não é uma boa ideia).
Exercitar o corpo também é, obviamente, uma ótima maneira de aliviar a culpa de ter ingerido tantas calorias. Então aproveite a situação e tente seguir uma vida saudável, ao menos pelos próximos dias. Você pode acabar se sentindo muito bem com isso.

Aproveite o banquete



Talvez o mais importante de todos os itens da lista seja esse. Isso porque se preocupar tanto com algo assim definitivamente é o pior que alguém pode fazer: você não vai aproveitar a refeição e ainda terá que arcar com as consequências de comer mais que o normal.

Apenas lembre-se de que uma ceia de Natal no ano não traz grandes efeitos colaterais para ninguém. Então, a não ser que você planeje um banquete como esses por semana, sinta-se tranquilo para exagerar um pouco.

sábado, 30 de novembro de 2013

Por que nosso estômago faz barulho quando estamos com fome?

Você acordou cedo, atrasado, engoliu qualquer coisa antes de sair de casa, chegou ao trabalho ou à escola e deu início aos seus afazeres. Algumas horas depois, porém, seu estômago começa a reclamar da falta de comida e a sonorização da sua manhã é preenchida pelo barulho de sua barriga roncando.
Por que isso acontece, afinal? Para desvendar essa barulheira toda, você vai precisar entender que seu corpo vive dos nutrientes que capta daquilo que você ingere: líquidos e sólidos. De brinde, seu estômago vai acabar engolindo um pouco de ar também, que você libera durante o dia.

Peristaltismo


Para processar isso tudo, há o ácido gástrico, que vai ajudar a deixar a comida pastosa a ponto de seguir para o seu intestino e deixar você saciado e nutrido. É essa circulação toda, chamada de “movimento peristáltico”, que faz com que você consiga ouvir, de vez em quando, sua barriga fazendo barulhos depois do almoço, por exemplo.
No caso do estômago vazio, que também produz barulhos, a culpa é novamente do movimento peristáltico que, na falta do que transportar, continua fazendo esforço para sugar qualquer migalha que tenha ficado em seu estômago.
Essa sensação de músculos se contraindo é bastante desconfortável, e é por isso que, quando acontece, pensamos logo que precisamos comer – e estamos certos! Quando você ingerir algum alimento, seu estômago vai ficar ocupado e seu intestino vai ter o que sugar. Pronto, o incômodo já terá acabado. E aí, você almoçou o quê hoje?